O candidato socialista europeu Pedro Marques disse hoje que o PS tem “a felicidade” de estar à frente nas sondagens, mas insistiu na necessidade de votar, porque isso não significa que as eleições estejam ganhas.

“De facto, temos a felicidade de todas as sondagens nos darem uma vantagem clara, mas também uma grande preocupação. É que isso não pode significar que as pessoas pensem que as eleições estão ganhas”, declarou aos jornalistas, em Gondomar.

O candidato percorreu algumas artérias do centro de Gondomar acompanhado por Isabel Santos, natural daquela cidade do distrito do Porto e “número oito” da lista, o último lugar a ser ocupado pelo PS nas eleições de 2014.

Aos jornalistas, Pedro Marques insistiu na ideia de que “não há votos fúteis” e de que todos os votos são “muito importantes”, sublinhando que, caso se confirmem as sondagens, o PS terá “mais condições” para “continuar a construir uma Europa melhor”.

O cabeça de lista do PS frisou que vai continuar a lutar e a dizer às pessoas que “não há nenhuma sondagem que conta sem ser a de domingo”, dia 26 de maio.

O candidato criticou aproveitou ainda para criticar o facto de Rui Rio ter lamentando a cobertura da Imprensa na campanha eleitoral, depois de o líder do PSD ter-se mostrado “chocado” por uma estação de televisão dizer que o PS vai ganhar as eleições, com base em sondagens.

“A pior coisa que se pode fazer é estar perante os resultados, sejam eles bons, sejam eles maus, nestas sondagens, estar a valorizá-los , por um lado, em excesso, outra coisa é estar a fazer ataques à comunicação social ou à maneira como reportam o que quer que seja sobre a campanha”, referiu.

Na comitiva que percorreu o centro de Gondomar ia também Manuel Pizarro, líder da federação do Porto do PS, vereador na Câmara do Porto e “número nove da lista.

À frente do grupo seguiam dois cabeçudos, que, ao som de bombos, e das palavras de ordem da Juventude Socialista, iam chamando a atenção de quem passava na rua.

Entre apelos ao voto, que não se faz “nas sondagens”, Marques, Pizarro e Isabel Santos distribuíram cumprimentos, panfletos, blocos, lápis e até chapéus vermelhos.

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